Portugal 5000 Escudos 1998 - Pick 190e
terça-feira, 17 de junho de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Sterling Banknotes
BAF set of sterling banknotes
Notas liberados diretamente pelo Ministério da Defesa. Do fundo nos cofres do M.O.D. foi descoberta uma quantidade de notas uncirculated destinados originalmente para os pacotes de remuneração das nossas Forças Armadas da década de 1950. Todos juntos, há sete notas diferentes, tudo é claro na condição de hortelã, impressos pela empresa de segurança De La Rue. Há uma nota £ 5 (azul escuro) e £ 1 (Lilás) a partir da segunda série, juntamente com dois outros £ 1 de um da 3 ª (Brown / rosa) e um da série 4 (Lilás / verde), mais três valores decimais inferiores de 50p, 10p e 5p da sexta série da década de 1970.
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Banknotes released directly by the Ministry of Defence. From deep in the vaults of the M.O.D. was unearthed a quantity uncirculated banknotes destined originally for the pay packets of our Armed Forces of the 1950's. All together, there are seven different notes, all of course in mint condition, printed by the security firm De La Rue. There is a £5 note (Dark Blue) and £1 (Lilac) from the second series, together with two other £1's one from the 3rd (Brown/Pink) and one from the 4th (Lilac/Green) series, plus three lower decimal values of 50p,10p and 5p from the sixth series of the 1970's.
Notas liberados diretamente pelo Ministério da Defesa. Do fundo nos cofres do M.O.D. foi descoberta uma quantidade de notas uncirculated destinados originalmente para os pacotes de remuneração das nossas Forças Armadas da década de 1950. Todos juntos, há sete notas diferentes, tudo é claro na condição de hortelã, impressos pela empresa de segurança De La Rue. Há uma nota £ 5 (azul escuro) e £ 1 (Lilás) a partir da segunda série, juntamente com dois outros £ 1 de um da 3 ª (Brown / rosa) e um da série 4 (Lilás / verde), mais três valores decimais inferiores de 50p, 10p e 5p da sexta série da década de 1970.
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Banknotes released directly by the Ministry of Defence. From deep in the vaults of the M.O.D. was unearthed a quantity uncirculated banknotes destined originally for the pay packets of our Armed Forces of the 1950's. All together, there are seven different notes, all of course in mint condition, printed by the security firm De La Rue. There is a £5 note (Dark Blue) and £1 (Lilac) from the second series, together with two other £1's one from the 3rd (Brown/Pink) and one from the 4th (Lilac/Green) series, plus three lower decimal values of 50p,10p and 5p from the sixth series of the 1970's.
Etiquetas:
Reino Unido
segunda-feira, 24 de março de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
França 50 Francs 1981 - Pick 152b
France 50 Francs 1981 - Pick 152b
Maurice Quentin de La Tour at center right and watermark. and Palace of Versailles at left center in background. On back, Maurice Quentin de La Tour and St. Quentin City Hall at center in background.
Etiquetas:
França
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Portugal 50 Escudos 28-02-1964 - Pick 168
Portugal 50 Escudos 28-02-1964 Ch 8 - Pick 168
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A efígie da Rainha Santa Isabel (1270-1336), motivos alusivos ao milagre das rosas e
uma panorâmica da cidade de Coimbra reproduzida duma gravura antiga ilustram a
frente e o verso desta chapa. O retrato da Rainha Santa teve por modelo uma pintura do
primeiro quartel do século XVI, atribuída a um continuador de Quintino Metsys,
existente no Stadt Kunstmuseum de Dusseldorf, Alemanha.
Maquetas iniciais elaboradas pelo arquitecto João de Sousa Araújo. O fabrico das
chapas e a estampagem das notas estiveram a cargo da firma holandesa Joh. Enschedé
en Zonen, Grafische Inrichting N. V., de Haarlem.
Características técnicas:
A estampagem a talhe-doce da frente apresenta-se em tons de castanho-avermelhado e
engloba a efígie da Rainha Santa, dísticos, o escudo nacional e ornatos envolventes do
número “50”. No fundo, em “offset”, observam-se: uma rosácea central, de guilhoché
em linha escura, impressa em tons esverdeados e castanhos; outra rosácea, sob o retrato
da Rainha, impressa em linhas alaranjadas e castanhas na metade esquerda e tijolo e
cinzento-esverdeado na metade direita; no lado esquerdo, em cima e em baixo, dois
ornatos de técnica duplex; ainda no lado esquerdo, um ornato castanho-esverdeado com
rosas; e finalmente, a cobrir as margens, pequenos rectângulos, de tom esverdeado nas
faixas laterais e acastanhado na faixa central, dentro dos quais se encontram, em letras
microscópicas, os dísticos “Banco de Portugal”.
A estampagem a talhe-doce do verso, com tonalidade acastanhada, mostra um grande
ornato com trabalho de guilhoché em linha branca e linha escura, ornatos envolventes
do número “50”, duas pequenas figuras e os dísticos inferiores. O fundo, em “offset”, é
constituído pela vista da cidade de Coimbra, um ornato com rosas em verde e um
desenho numismático que se estende pelas margens, com rosas heráldicas, impresso a
castanho-avermelhado nas faixas laterais e amarelado na faixa central.
A aposição tipográfica do texto complementar (data, série, numeração, as palavras “O
Vice-Governador”, “O Vice-Governador” e o “Administrador” e chancelas), a preto, foi
feita nas oficinas do Banco.
Papel:
Fabricado por: Societé Arjomari, de Paris. Apresenta um filete de segurança, em traço
descontínuo, descentrado para a direita da nota.
Marca de água: apresenta como filigrana especial, no lado direito, a cabeça da Rainha
Santa Isabel, idêntica ao retrato estampado na frente da nota, e inferiormente a legenda
“Banco de Portugal”.
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A efígie da Rainha Santa Isabel (1270-1336), motivos alusivos ao milagre das rosas e
uma panorâmica da cidade de Coimbra reproduzida duma gravura antiga ilustram a
frente e o verso desta chapa. O retrato da Rainha Santa teve por modelo uma pintura do
primeiro quartel do século XVI, atribuída a um continuador de Quintino Metsys,
existente no Stadt Kunstmuseum de Dusseldorf, Alemanha.
Maquetas iniciais elaboradas pelo arquitecto João de Sousa Araújo. O fabrico das
chapas e a estampagem das notas estiveram a cargo da firma holandesa Joh. Enschedé
en Zonen, Grafische Inrichting N. V., de Haarlem.
Características técnicas:
A estampagem a talhe-doce da frente apresenta-se em tons de castanho-avermelhado e
engloba a efígie da Rainha Santa, dísticos, o escudo nacional e ornatos envolventes do
número “50”. No fundo, em “offset”, observam-se: uma rosácea central, de guilhoché
em linha escura, impressa em tons esverdeados e castanhos; outra rosácea, sob o retrato
da Rainha, impressa em linhas alaranjadas e castanhas na metade esquerda e tijolo e
cinzento-esverdeado na metade direita; no lado esquerdo, em cima e em baixo, dois
ornatos de técnica duplex; ainda no lado esquerdo, um ornato castanho-esverdeado com
rosas; e finalmente, a cobrir as margens, pequenos rectângulos, de tom esverdeado nas
faixas laterais e acastanhado na faixa central, dentro dos quais se encontram, em letras
microscópicas, os dísticos “Banco de Portugal”.
A estampagem a talhe-doce do verso, com tonalidade acastanhada, mostra um grande
ornato com trabalho de guilhoché em linha branca e linha escura, ornatos envolventes
do número “50”, duas pequenas figuras e os dísticos inferiores. O fundo, em “offset”, é
constituído pela vista da cidade de Coimbra, um ornato com rosas em verde e um
desenho numismático que se estende pelas margens, com rosas heráldicas, impresso a
castanho-avermelhado nas faixas laterais e amarelado na faixa central.
A aposição tipográfica do texto complementar (data, série, numeração, as palavras “O
Vice-Governador”, “O Vice-Governador” e o “Administrador” e chancelas), a preto, foi
feita nas oficinas do Banco.
Papel:
Fabricado por: Societé Arjomari, de Paris. Apresenta um filete de segurança, em traço
descontínuo, descentrado para a direita da nota.
Marca de água: apresenta como filigrana especial, no lado direito, a cabeça da Rainha
Santa Isabel, idêntica ao retrato estampado na frente da nota, e inferiormente a legenda
“Banco de Portugal”.
Etiquetas:
Portugal
Portugal 50 Escudos 1980 - Pick 174
Portugal 50 Escudos 1980 Ch 9 - Pick 174
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A figura da Infanta D. Maria (1521-1577), filha do Rei D. Manuel I, é recordada nesta
chapa. A efígie aqui apresentada teve por modelo um pormenor duma pintura atribuída
a Gregório Lopes (1540) existente no Museu Condé, em Chantilly, França.
A gravação das chapas e a estampagem das notas foram efectuadas pelos fabricantes
ingleses Thomas De La Rue & Co. Ltd, de Londres, sendo as maquetas iniciais
elaboradas pelo arquitecto João de Sousa Araújo.
Características técnicas:
A estampagem calcográfica da frente aparece em tom acastanhado-escuro e mostra a
efígie da Infanta, ornatos trabalhados a torno geométrico em linha branca e linha escura,
o escudo nacional, dísticos e os números “50”. O fundo, impresso em “offset” em tons
de amarelo-torrado evoluindo para tons castanhos por processo íris, apresenta diversos
ornamentos de técnica duplexes que envolvem a gravura. O florão apresentado
à esquerda, em amarelo com tonalidades de castanho e verde, tem uma zona raiada de
azul-claro. As margens são ocupadas por um desenho numismático exposto em faixas
paralelas aos lados menores da nota por processo íris.
O verso tem uma estampagem calcográfica, a castanho-escuro, que mostra a reprodução
do desenho de Duarte de Armas (1507) “Cintra tirado naturall da parte de Oeste”,
ornatos de guilhoché, os números “50” e a legenda “Banco de Portugal”. O fundo,
também de técnica “offset”, em íris, tem uma zona central em amarelo-torrado e as
extremidades em tons acastanhados. Tanto o florão, aqui em amarelo-ocre, como o
desenho numismático que se estende pelas margens são de composição idêntica aos da
frente.
A aposição tipográfica do texto complementar (data, série, numeração, as palavras “O
Vice-Governador”, “O Vice-Governador” e o “Administrador” e chancelas), a preto, foi
feita nas oficinas do Banco.
Papel:
Fabricado por: Portals, Limited, Laverstoke Mills, Witchurch, Hants, Inglaterra,
apresenta na metade esquerda da nota um filete de segurança a traço descontínuo.
Marca de água: apresenta como filigrana especial, na zona central, o retrato da Infanta
D. Maria, redução da efígie estampada na frente, e na parte inferior a legenda “Banco de
Portugal”.
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A figura da Infanta D. Maria (1521-1577), filha do Rei D. Manuel I, é recordada nesta
chapa. A efígie aqui apresentada teve por modelo um pormenor duma pintura atribuída
a Gregório Lopes (1540) existente no Museu Condé, em Chantilly, França.
A gravação das chapas e a estampagem das notas foram efectuadas pelos fabricantes
ingleses Thomas De La Rue & Co. Ltd, de Londres, sendo as maquetas iniciais
elaboradas pelo arquitecto João de Sousa Araújo.
Características técnicas:
A estampagem calcográfica da frente aparece em tom acastanhado-escuro e mostra a
efígie da Infanta, ornatos trabalhados a torno geométrico em linha branca e linha escura,
o escudo nacional, dísticos e os números “50”. O fundo, impresso em “offset” em tons
de amarelo-torrado evoluindo para tons castanhos por processo íris, apresenta diversos
ornamentos de técnica duplexes que envolvem a gravura. O florão apresentado
à esquerda, em amarelo com tonalidades de castanho e verde, tem uma zona raiada de
azul-claro. As margens são ocupadas por um desenho numismático exposto em faixas
paralelas aos lados menores da nota por processo íris.
O verso tem uma estampagem calcográfica, a castanho-escuro, que mostra a reprodução
do desenho de Duarte de Armas (1507) “Cintra tirado naturall da parte de Oeste”,
ornatos de guilhoché, os números “50” e a legenda “Banco de Portugal”. O fundo,
também de técnica “offset”, em íris, tem uma zona central em amarelo-torrado e as
extremidades em tons acastanhados. Tanto o florão, aqui em amarelo-ocre, como o
desenho numismático que se estende pelas margens são de composição idêntica aos da
frente.
A aposição tipográfica do texto complementar (data, série, numeração, as palavras “O
Vice-Governador”, “O Vice-Governador” e o “Administrador” e chancelas), a preto, foi
feita nas oficinas do Banco.
Papel:
Fabricado por: Portals, Limited, Laverstoke Mills, Witchurch, Hants, Inglaterra,
apresenta na metade esquerda da nota um filete de segurança a traço descontínuo.
Marca de água: apresenta como filigrana especial, na zona central, o retrato da Infanta
D. Maria, redução da efígie estampada na frente, e na parte inferior a legenda “Banco de
Portugal”.
Etiquetas:
Portugal
Portugal 20 escudos 1971 - Pick 173
Portugal 20 escudos 27-07-1971 Ch 8 - Pick 173
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Garcia de Orta, eminente médico e naturalista português do século XVI, foi a
personagem escolhida para figurar nesta chapa. Um pormenor do monumento existente
no Instituto de Medicina Tropical, de Lisboa, da autoria de Martins Correia, serviu para
a efígie apresentada.
Os gravadores e estampadores ingleses Thomas de La Rue & Co Ltd, de Londres,
procederam ao fabrico das chapas e estampagens das notas, cabendo ao arquitecto João
de Sousa Araújo a feitura das maquetas iniciais.
Características técnicas:
A estampagem calcográfica da frente, em cores com base no verde, inclui a efígie de
Garcia de Orta, o escudo nacional, os dísticos em letras estriadas “Ch.8”, “Banco de
Portugal”, “Vinte Escudos”, “Ouro”, e os números “20”, com envolventes elaborados a
torno geométrico com trabalho a linha branca e linha cheia. O fundo, em “offset”,
apresenta uma composição de plantas entrelaçadas alusiva aos estudos de Garcia de
Orta e desenho numismático que se estende por parte das margens maiores.
O verso tem a estampagem calcográfica, a verde, de uma gravura que representa o
mercado de Goa no século XVI, com várias figuras vestindo indumentária da época,
ornatos de guilhoché e o dístico “Banco de Portugal”, em letras estriadas. O fundo
apresenta uma composição semelhante à da frente, e, na parte inferior, zonas de trabalho
em duplex.
O texto complementar (data, série, numeração, as palavras “O Governador”, “O Vice-
Governador” e “O Administrador” e chancelas) de impressão tipográfica, a preto, foi
aposto nas oficinas do Banco.
Papel:
Fabricado por: papeleiros ingleses Portals Limited, Overton, Basinstoke, Hampshire.
Marca de água: no lado esquerdo, a cabeça de Garcia de Orta, redução do retrato
estampado na frente da nota, e, na parte inferior, a legenda “Banco de Portugal”. O
filete de segurança, incorporado no papel, é formado por um traço descontínuo e pode
ver-se na metade esquerda, paralelo ao lado menor da nota.
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Garcia de Orta, eminente médico e naturalista português do século XVI, foi a
personagem escolhida para figurar nesta chapa. Um pormenor do monumento existente
no Instituto de Medicina Tropical, de Lisboa, da autoria de Martins Correia, serviu para
a efígie apresentada.
Os gravadores e estampadores ingleses Thomas de La Rue & Co Ltd, de Londres,
procederam ao fabrico das chapas e estampagens das notas, cabendo ao arquitecto João
de Sousa Araújo a feitura das maquetas iniciais.
Características técnicas:
A estampagem calcográfica da frente, em cores com base no verde, inclui a efígie de
Garcia de Orta, o escudo nacional, os dísticos em letras estriadas “Ch.8”, “Banco de
Portugal”, “Vinte Escudos”, “Ouro”, e os números “20”, com envolventes elaborados a
torno geométrico com trabalho a linha branca e linha cheia. O fundo, em “offset”,
apresenta uma composição de plantas entrelaçadas alusiva aos estudos de Garcia de
Orta e desenho numismático que se estende por parte das margens maiores.
O verso tem a estampagem calcográfica, a verde, de uma gravura que representa o
mercado de Goa no século XVI, com várias figuras vestindo indumentária da época,
ornatos de guilhoché e o dístico “Banco de Portugal”, em letras estriadas. O fundo
apresenta uma composição semelhante à da frente, e, na parte inferior, zonas de trabalho
em duplex.
O texto complementar (data, série, numeração, as palavras “O Governador”, “O Vice-
Governador” e “O Administrador” e chancelas) de impressão tipográfica, a preto, foi
aposto nas oficinas do Banco.
Papel:
Fabricado por: papeleiros ingleses Portals Limited, Overton, Basinstoke, Hampshire.
Marca de água: no lado esquerdo, a cabeça de Garcia de Orta, redução do retrato
estampado na frente da nota, e, na parte inferior, a legenda “Banco de Portugal”. O
filete de segurança, incorporado no papel, é formado por um traço descontínuo e pode
ver-se na metade esquerda, paralelo ao lado menor da nota.
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